Daniel Eisenberg e a Produção do Sentido da História a partir de Displaced Person.
out12

Daniel Eisenberg e a Produção do Sentido da História a partir de Displaced Person.

Daniel Eisenberg é um cineasta exemplar. O seu trabalho se situa na fronteira das práticas frequentemente julgadas incompatíveis. Ao cinema pessoal, ele confere uma dimensão documentária; à dimensão pessoal ele impõe grades e estruturas formais; ele brinca assim com os gêneros misturando formas frequentemente opostas que fazem alternar ou se sobrepor estratos de discursos distintos. Além disso, esses filmes se caracterizam por uma...

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A influência de Guy Debord no cinema experimental e na videoarte II
out12

A influência de Guy Debord no cinema experimental e na videoarte II

A afirmação de um sujeito, a sua posição referente à crítica das mídias será questionada de várias maneiras em Amerika (1972-83). A construção em mosáico, com partes recorrentes tais como motivos espalhados no fluxo do filme, toma como sujeito os bancos de imagens. Nesse filme Al Razutis questiona de maneira plural a iconografia das mídias roubando [pilhando] os bancos de dados e de imagens de arquivos opondo-os aos instrumentos de...

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A influência de Guy Debord no cinema experimental e na videoarte I
jul30

A influência de Guy Debord no cinema experimental e na videoarte I

30 de julho de 2013 O projeto dessa conferência é observar qual é a influência das propostas cinematográficas de Guy Debord que necessariamente tratará ao mesmo tempo tanto dos filmes como também os escritos sobre cinema. Nós limitaremos aqui essencialmente à influência de tais propostas no campo do cinema experimental e vídeo arte, deixando de lado os trabalhos de inspiração situacionista que invadiram as telas publicitárias e filmes...

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«It’s all the same you, you’re queer anyhow!» OS FILMES DE MARK MORRISROE
jun11

«It’s all the same you, you’re queer anyhow!» OS FILMES DE MARK MORRISROE

«It’s all the same you, you’re queer anyhow!» OS FILMES DE MARK MORRISROE O TEMPO DAS IMAGENS #5 Os filmes de Mark Morrisroe Minha vida Infância + Judy Garland Escola + impopularidade Vizinhança prejudicial Mudança traumatizante Puberdade + revista de putaria Sair de casa Prostituição + celebridade Levado um tiro Trauma do lar Libertação pela escola de arte Garçom Maturidade Prostituição provocadora E promiscuidade Amor É...

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mudança do privado DO CINEMA EXPERIMENTAL À INTERNET
mai28

mudança do privado DO CINEMA EXPERIMENTAL À INTERNET

  O cinema experimental documentou a vida de uma pessoa, de um grupo. A erupção do vídeo aumentou esta produção pessoal, com a democratização do acesso aos instrumentos de filmagem e a multiplicação de canais de televisão (livres, públicas…) para mostrar os trabalhos. A Internet vai ampliar este acréscimo na difusão, e ao mesmo tempo refletir a transformação de noções do íntimo e do privado. Da representação de si à devoração ou...

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mostrar o que não se vê — SU FRIEDRICH  & o cinema
mai21

mostrar o que não se vê — SU FRIEDRICH & o cinema

À sombra tutelar dos cineastas americanos, trabalhou na área do “documentário subjetivo”; Wharol, Mekas, ou seja artistas que documentaram micro-mundos, ambientes nos quais eles se identificavam, o cinema de Su Friedrich se desenvolveu privilegiando a fala, a escrita de um “eu”, se distanciando da celebração apenas em benefício de um posicionamento em relação ao mundo. Segundo Catherine Russel, mesmo se Warhol transforma...

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